domingo, 21 de julho de 2013

Apaixonada pela vida e acima de tudo por Jesus





Ame a Deus acima de todas as coisas.
Ame também ao teu próximo como a ti mesmo.

Letícia

Ps: Vido retirado do youtube.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Linda Orquestra- DVD Sinfonia da Vida

Olá,

  Descobri esse DVD de um cantor que eu admiro e que eu gosto muito. Não pude deixar de compartilhar com os leitores do meu blog. O som dos instrumentos é belíssimo. As letras expressam tudo que eu penso. É um DVD estrangeiro, mas mesmo pra quem não compreende o idioma, a trilha sonora compensa! (é o pianista Michael W. Smith em conjunto com outros músicos)

Letícia Rocha



quarta-feira, 24 de abril de 2013

Sonho e Pensamento



Voar...
Abrir os olhos e
fechar.
Dormir,
viajar,
sonhar e se
distanciar
de um mundo
que nos prende,
onde somente
o pensamento é,
de fato, livre.

Escrito por Letícia Rocha

Em 2009

terça-feira, 23 de abril de 2013

Crescimento em Ritmos Opostos


relacionada ao texto

    (a tirinha está pequena aqui, mas pode ser vista em bom tamanho. Clique em cima dela)


   O mundo em que vivemos encontra-se em uma situação caótica. A população tem crescido. Porém, não podemos dizer que o número de “pessoas” está aumentando no mesmo ritmo.
  Como diferenciar “gente” de “pessoa”? “Pessoa” é alguém que não pensa em si mesma apenas, mas que se preocupa com os que estão ao redor. São aqueles que se preocupam com a situação da sociedade e que querem fazer a diferença, querem contribuir para melhorar a convivência, desejam ajudar os que precisam encontrar um caminho para seguir na vida. No entanto, a população só aumenta em quantidade, mas é raro encontrarmos seres humanos assim.
Na verdade, esse egoísmo tem surgido e crescido devido ao universo competitivo em que estamos inseridos. O desenvolvimento econômico, tecnológico e também o aumento do conhecimento em diversas áreas contribuem para esse fato. Infelizmente, o ser humano moderno tem sofrido muito por causa das consequências do individualismo.
Assim, um número considerável de cidadãos não se preocupa o mínimo que seja com o seu próximo. Contudo, os poucos que tem algum interesse em fazer o dia de alguém se tornar melhor fazem a diferença ao redor com seus atos generosos. São esses que ainda podem ser chamados de “pessoas”, pois não estão se deixando influenciar por um mundo que está desumanizando quem criou as máquinas, quem tem sede de conhecimento, de amor e de convívio.

Escrito por Letícia Rocha

Texto escrito em 2010 
Na Disciplina: Leitura e Produção Textual do Curso de Letras (UFRGS).

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Um dia uma parte de mim se perdeu.








Um dia uma parte de mim se perdeu.

  Minha manhã foi confortável, leve e macia. Os três primeiros períodos de aula passaram voando. Já os três últimos passaram devagar como uma pena descendo ao movimento do vento.
  O tempo, novamente, acelerou a partir do meio-dia. Precisei correr para não perdê-lo de vista. Apressei-me mais do que o necessário.
  Não conheci o lugar onde estava. Perguntei a um menino, que passava na rua, mas não obtive resposta. Ninguém me via. Comecei a ficar preocupada. Senti-me fraca, impotente, perdida. Olhei para todos os lados, mas percebi que seria inútil. Será que estava invisível? Que lugar era aquele e por que ninguém me via?
  Caminhando com certa dificuldade, estava tonta, observei a paisagem ao meu redor. Vi uma casa que me chamou a atenção. Era muito bela, diferente e grande. Quase desmaiei. Também me vi! Aquele rosto era inconfundível. Estava uns vinte anos mais velha. Descobri que era uma cientista famosa. Havia cartazes com meu nome por todos os lados Em um deles dizia assim: “ Dia 5 de abril, a maior inventora de todos os tempos irá apresentar sua nova descoberta.” Verifiquei a data, 22 de março de 2030. Aquilo não poderia estar acontecendo!
  Não sabia o que iria fazer. Só conseguia chorar. E se não pudesse mais voltar para 2007? Perderia grande parte de minha juventude. A tristeza invadiu meu coração. De repente senti fome. Queria comer, mas nem isso podia fazer. Era como se estivesse presente naquele momento, naquele lugar, mas aquilo não existisse. Não, era eu que não existia.
  Perdi grande parte de minha vida. Não alimentei minha adolescência, deixei-a morrer. Hoje sou cientista. Buscava uma maneira de voltar para o passado e resgatá-la. Um dia descobri que ela esteve bem ao meu lado e novamente a perdi.

                                                                                           Letícia Rocha

                                                       escrito em 2007.



sexta-feira, 19 de abril de 2013

Poema Intuitivo




O azul, o brilho, o pincel, a nuvem...
o que eu pinto?
Durmo profundamente,
sonho e mergulho
acidentalmente...
Perdida no universo paralelo,
paredes invisíveis...
ou é o meu corpo
como de fantasma?
Atravesso, isso sei...
O que importa se sou eu
quem é transparente
ou se o caminho não existe?
O que importa?
Universo paralelo.
Sonho mergulhado.
Águas vazias...
Corpo ilustrado.
Fiz um desenho.
Cadê  a pintura?
O pincel desapareceu.
Acordei sem saber.

Escrito por Letícia Rocha
Em 2011

Comentário da autora: Escrevi esse texto sem pensar, intuitivamente...

O Reencontro




Escrever é movimentar.
Movimentar aquilo que
Estava preso.

Escrever é se dar
A liberdade.
Liberdade pra
Se conhecer.

Escrever é dar-se
O movimento.
O movimento pra
Se reencontrar.

Escrito por Leticia Rocha

Em 2007